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28/10/2008

solidão
Hoje à noite
lua alta
à meia-noite
lua falta
minha solidão
já brilha alta
(a Leminski)

Chove
Pequenas gotas que
refrescam a alma...
....a pele....
....e todas as gotas
deslizam lentamente
sobre meu corpo.

10/10/2008



Quero ficar com você
Nessa noite de lua
Com barulho de vento
Entre sono de estrelas.
Quero ficar em teus braços
Encontrar-te no desejo
Perder-me em seus beijos
Carregar-te em meus sonhos.


" O Tempo... "
Imprevisível o tempo
em teu amor.
Ontem, primavera amena,
um sol de estio.
Hoje, o inverno, e este vento
inesperado e frio.
01/10/2008

Céu e Mar
Céu e mar, estrelas na areia
Verde mar, espelho do céu
Minha vida é uma ilha bem distante
Flutuando no oceano na aventura de viver
Céu e mar, estrelas na areia
Verde mar, espelho do céu
Meus desejos são estrelas pequeninhas
Rebrilhando de alegria
Por alguém que me quer bem
Céu e mar, estrelas na areia
Verde mar, espelho do céu
Minha vida, vou passando
Meu amor, eu vou amando
E meu barco vou levando a céu e mar
(Johnny Alf)






O Mais-Que-Perfeito
Ah, quem me dera ir-me
Contigo agora
Para um horizonte firme
(Comum, embora...)
Ah, quem me dera ir-me!
Ah, quem me dera amar-te
Sem mais ciúmes
De alguém em algum lugar
Que não presumes...
Ah, quem me dera amar-te!
Ah, quem me dera ver-te
Sempre a meu lado
Sem precisar dizer-te
Jamais: cuidado...
Ah, quem me dera ver-te!
Ah, quem me dera ter-te
Como um lugar
Plantado num chão verde
Para eu morar-te
Morar-te até morrer-te.
(Vinícius de Moraes)



01/09/2008
DISTÂNCIA....
Entre nós tantas aguas.


Redemoinha o vento,
Anda à roda o ar.
Vai meu pensamento
Comigo a sonhar.
Vai saber na altura
Como no arvoredo
Se sente a frescura
Passar alta a medo.
Vai saber de eu ser
Aquilo que eu quis
Quando ouvi dizer
O que o vento diz.
(Fernando Pessoa)


" Dir-se-ia "
Hoje
dir-se-ia que nunca existi
que nuca foste verdade...
Dir-se-ia...
...Entretanto, continuas no verbo
com que conjugo a minha saudade...
J.G. de Araujo Jorge
18/08/2008

Você,
alquimia perfeita dos magos do amor.
Você..
que entranhou pelas minhas veias
e corre pelo meu corpo,
invadindo meu cérebro
como uma explosão de neurônios ...
não me deixando esquecê-lo nunca.
Você
que faz com que meu coração
bata descompassadamente,
como o perigo que ronda iminente...
fazendo com que o chão suma sob meus pés,
deixando-me à mercê de um abismo.
Você
que causa todas estas sensações
num turbilhão de emoções;
Você..
outra metade de mim que se perdeu no tempo,
incentivando-me a mergulhar
no passado a sua procura,
toda vez que penso em ser um "EU" completo.
Você,
aquela paixão desenfreada sem limitações
e cheia de desejo de navegar...
NAVEGAR sem rumo e só ancorar quando encontrá-lo,
podendo neste instante senti-lo,
beijá-lo e achar que chegou a hora de morrer...
MORRER DE AMOR....


"Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias ".






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che bella che sei, che gambe che passi sull'asfalto di Roma. Serenella, in questo vento di mare, di pini, nel nostro anno fra la guerra e il duemila. Dal conservatorio all'università, la bicicletta non và, e tu che aspetti me con i capelli giúbr> e io li carezzerò seduti al nostro caffè Serenella, la radio trasmetterà la canzone che ho pensato per te, e forse attraverserà l'oceano lontano da noi. L'ascolteranno gli americani che proprio ieri sono andati via, e con le loro camicie a fiori colorano le nostre vie e i nostri giorni di primavera che profumano dei tuoi capelli e dei tuoi occhi cosi belli, spalancati sul futuro e chiusi su di me. Nel novecentocinquanta. Nel novecentocinquanta. Amore, ma come stiamo bene al sole, amore, da quest'anno tu sarai con me. È tondo quest' anno, è £ome un pallone che tiro diretto, e che bell' effetto al mio cuore. Serenella, coi soldi, cravatte e vestiti di fiori e una Vespa per correre insieme al mare. Al mare di questa città, alle onde, agli spruzzi che escono fuori dalle nostre fontane, e se c'è µn pò di vento ti bagnerai mentre aspetti me al nostro caffè. Serenella, la radio trasmetterà questa canzone che ho pensato per te, e forse attraverserà l'oceano lontano da noi. L'ascolteranno gli americani che proprio ieri sono andati via, e con le loro camicie a fiori che colorano le nostre vie e i nostri giorni di primavera che profumano dei tuoi capelli e dei tuoi occhi cosi belli, spalancati sul futuro e chiusi su di me. Nel novecentocinquanta. E ti amo, ti amo forte al sole, questo sole che sembra vicino. Serenella, io voglio un bambino nei nostri giorni di primavera. Lo penseremo come una canzone. Serenella, ti porto al sole. Serenella, ti porto al mare. La radio trasmetterà questa canzone che ho pensato per te, e forse attraverserà l'oceano lontano da noi. L'ascolteranno gli americani, che proprio ieri sono andati via O Serenella, ti porto al mare. Ti porto via. L'ascolteranno gli americani, che proprio oggi sono andati via. O Serenella, ti porto al mare. Ti porto via.
que bela que és que pernas que moves sobre o asfalto de Roma. Serenella, neste vento de mar, de pinheiros, entre a guerra e o dois mil. Do conservatório á µniversidade, a bicicleta não vai, e tu que esperas por mim com os cabelos compridos e eu os acariciarei sentados no nosso bar. Serenella, o radio transmitirá a canção que pensei para ti, e talvez atravessarás o oceano distante de nós A escutarás os americanos que próprio ontem foram embora, e com suas camisas a flores coloram as nossas vias e os nossos dias de primavera que perfumam dos teus cabelos e dos teus olhos tão belos, abertos para o futuro e fechados sobre mim. Em novecentos cinquenta. Em novecentos cinquenta. Amor, mas como estamos bem ao sol, amor, deste ano tu estará comigo. É redondo este ano, é como uma bola que chuto direto, e que belo efeito ao meu coração. Serenella, com o dinheiro, gravatas e vestidos de flores e una Vespa para correr juntos até o mar. Ao mar desta cidade, às ondas, aos borrifos que saem dás nossos chafarizes, e se tem um pouco de vento te banharás enquanto esperas por mim no nosso bar. Serenella, o radio transmitirá esta canção que pensei para ti, e talvez atravessará o oceano distante de nós A escutarão os americanos que próprio ontem foram embora, e com suas camisas a flores que coloram as nossas vias e os nossos dias de primavera que perfumam dos teus cabelos e dos teus olhos tão belos, abertos para o futuro e fechados sobre mim. Em novecentos cinquenta E te amo, te amo forte ao sol, este sol que parece vizinho. Serenella, eu quero um menino nos nossos dias de primavera. O pensaremos como uma canção. Serenella, te levo ao sol. Serenella, te levo ao mar. O radio transmitirá esta canç£o que pensei para ti, e talvez atravessará o oceano distante de nós A escutarão os americanos que próprio ontem foram embora Oh Serenella, te levo ao mar. Te levo embora. A escutarão os americanos que próprio hoje foram embora. Oh Serenella, te levo ao mar. Te levo embora.
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