





| Novo Award |


| Selo Destaque |

| Destaque Do Mês |
|

| Para Você |
:::PRESENTES:::
:::DESTAQUES:::
|

| Minhas Salas |

| Link-me |


| Premio |








| Eu Participo |
|



|
![]() |



|
|


|














Histórico:
- 16/08/2009 a 22/08/2009
- 29/03/2009 a 04/04/2009
- 05/10/2008 a 11/10/2008
- 27/07/2008 a 02/08/2008
- 29/06/2008 a 05/07/2008
- 13/04/2008 a 19/04/2008
- 20/01/2008 a 26/01/2008
- 09/12/2007 a 15/12/2007
- 07/10/2007 a 13/10/2007
- 16/09/2007 a 22/09/2007
- 19/08/2007 a 25/08/2007
- 22/07/2007 a 28/07/2007
- 08/07/2007 a 14/07/2007
- 17/06/2007 a 23/06/2007
- 20/05/2007 a 26/05/2007
- 15/04/2007 a 21/04/2007
- 01/04/2007 a 07/04/2007
- 25/02/2007 a 03/03/2007
- 14/01/2007 a 20/01/2007
- 22/10/2006 a 28/10/2006
- 01/10/2006 a 07/10/2006
- 17/09/2006 a 23/09/2006





![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |
10/11/2007

O Amar do Mar
Boca do mar
Beijo de sal
Lábios da praia
Pele
de areia
Língua de rio
Decote de dunas
Seios de
ilhas
Abraço do sol
Correntes de desejo
Cheiro de algas
Ondas de
prazer
Espuma que rebenta
Gemidos das gaivotas
Gozo das nuvens
Céu que se
funde
(Carlos Seabra)

RETRATO PARA SER VISTO DE LONGE
Sou um ser, o outro é metade
que não sabe de onde
veio.
Sou treva, sou claridade.
Solidão partida ao meio
e entre os
dois a eternidade.
Sei quem sou, não me conheço.
Parado, estou sempre
indo
para um país sem regresso.
Sou fonte e estou me esvaindo,
fluir
sem fim nem começo.
Coração partido ao meio,
pulsando em cada metade.
O lirismo do espantalho
a espuma do devaneio.
Entre os dois a
eternidade.
(Francisco
Carvalho)



10/10/2007

Pisei com cuidado nas nuvens
Acalmei a fúria da tempestade
Libertei meus grilos leves
Aos meus sonhos mais breves
Grandes asas dei à minha liberdade
E na tua direção voei...









|
|










|
|






|
|

|
|
che bella che sei, che gambe che passi sull'asfalto di Roma. Serenella, in questo vento di mare, di pini, nel nostro anno fra la guerra e il duemila. Dal conservatorio all'università, la bicicletta non và, e tu che aspetti me con i capelli giúbr> e io li carezzerò seduti al nostro caffè Serenella, la radio trasmetterà la canzone che ho pensato per te, e forse attraverserà l'oceano lontano da noi. L'ascolteranno gli americani che proprio ieri sono andati via, e con le loro camicie a fiori colorano le nostre vie e i nostri giorni di primavera che profumano dei tuoi capelli e dei tuoi occhi cosi belli, spalancati sul futuro e chiusi su di me. Nel novecentocinquanta. Nel novecentocinquanta. Amore, ma come stiamo bene al sole, amore, da quest'anno tu sarai con me. È tondo quest' anno, è £ome un pallone che tiro diretto, e che bell' effetto al mio cuore. Serenella, coi soldi, cravatte e vestiti di fiori e una Vespa per correre insieme al mare. Al mare di questa città, alle onde, agli spruzzi che escono fuori dalle nostre fontane, e se c'è µn pò di vento ti bagnerai mentre aspetti me al nostro caffè. Serenella, la radio trasmetterà questa canzone che ho pensato per te, e forse attraverserà l'oceano lontano da noi. L'ascolteranno gli americani che proprio ieri sono andati via, e con le loro camicie a fiori che colorano le nostre vie e i nostri giorni di primavera che profumano dei tuoi capelli e dei tuoi occhi cosi belli, spalancati sul futuro e chiusi su di me. Nel novecentocinquanta. E ti amo, ti amo forte al sole, questo sole che sembra vicino. Serenella, io voglio un bambino nei nostri giorni di primavera. Lo penseremo come una canzone. Serenella, ti porto al sole. Serenella, ti porto al mare. La radio trasmetterà questa canzone che ho pensato per te, e forse attraverserà l'oceano lontano da noi. L'ascolteranno gli americani, che proprio ieri sono andati via O Serenella, ti porto al mare. Ti porto via. L'ascolteranno gli americani, che proprio oggi sono andati via. O Serenella, ti porto al mare. Ti porto via.
que bela que és que pernas que moves sobre o asfalto de Roma. Serenella, neste vento de mar, de pinheiros, entre a guerra e o dois mil. Do conservatório á µniversidade, a bicicleta não vai, e tu que esperas por mim com os cabelos compridos e eu os acariciarei sentados no nosso bar. Serenella, o radio transmitirá a canção que pensei para ti, e talvez atravessarás o oceano distante de nós A escutarás os americanos que próprio ontem foram embora, e com suas camisas a flores coloram as nossas vias e os nossos dias de primavera que perfumam dos teus cabelos e dos teus olhos tão belos, abertos para o futuro e fechados sobre mim. Em novecentos cinquenta. Em novecentos cinquenta. Amor, mas como estamos bem ao sol, amor, deste ano tu estará comigo. É redondo este ano, é como uma bola que chuto direto, e que belo efeito ao meu coração. Serenella, com o dinheiro, gravatas e vestidos de flores e una Vespa para correr juntos até o mar. Ao mar desta cidade, às ondas, aos borrifos que saem dás nossos chafarizes, e se tem um pouco de vento te banharás enquanto esperas por mim no nosso bar. Serenella, o radio transmitirá esta canção que pensei para ti, e talvez atravessará o oceano distante de nós A escutarão os americanos que próprio ontem foram embora, e com suas camisas a flores que coloram as nossas vias e os nossos dias de primavera que perfumam dos teus cabelos e dos teus olhos tão belos, abertos para o futuro e fechados sobre mim. Em novecentos cinquenta E te amo, te amo forte ao sol, este sol que parece vizinho. Serenella, eu quero um menino nos nossos dias de primavera. O pensaremos como uma canção. Serenella, te levo ao sol. Serenella, te levo ao mar. O radio transmitirá esta canç£o que pensei para ti, e talvez atravessará o oceano distante de nós A escutarão os americanos que próprio ontem foram embora Oh Serenella, te levo ao mar. Te levo embora. A escutarão os americanos que próprio hoje foram embora. Oh Serenella, te levo ao mar. Te levo embora.
|




















